Preocupado, sim, preocupado

Compreenda-se o que é historiar um século de uma Corporação de Voluntários Bombeiros. E apresentar o escrito no fim... Já só falo para as gentes das urbes menores, e para o orgulho nos seus heróis. De resto, para quem escrevo. Desde o seu berço, as viaturas que as fizeram sentir maiores, as proezas dos seus antigos, o progresso (os novos meios de obstar à sinistralidade) arrancado a ferros à edilidade. O espírito combativo, sempre presente, o esforço de tantos. O novo quartel. os feitos, as proezas, a concorrência, as partidas...
Uma narrativa que não pode ser breve. A caneta a deslizar no cepo da Crítica de espada em riste. Uma aposta, o risco de uma derradeira aposta. Um lugar que se perde ou ganha nos meandros da escrita...
A vida. Ou o futuro de quem vive escrevendo. Em nada (ou quase nada) se vai vivendo a brincar!
(Nem mesmo com os cães, a espingarda e as perdizes por aí, ando cá em conclusões minhas.)