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Jam Sem Terra

(MAS COM AS RAÍZES DE SEMPRE)

Jam Sem Terra

(MAS COM AS RAÍZES DE SEMPRE)

Restaurante Quinta dos Lagos

João-Afonso Machado, 28.06.23

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Foi há já muitos e muitos anos, todo aquele terreno o escavaram e para ali condutaram as águas da quinta. Resultou um belo lago, profundo, atestadinho de trutas arco-íris. Horas, dias, toneladas de peixe graúdo pescado com um caniço de 1,80 metros, nylon fininho e a paciência bastante para cansar o bicho sem que o fio rebentasse até lhe deitar a mão. A lembrar o meu querido primo João, sublime expert nas artes da pesca.

Em Remelhe, Barcelos. O restaurante surgiu depois e, além das trutas, oferecia ao freguês todo o cardápio típico minhoto.

Estivémos lá recentemente, um consistente grupo de amigos. Mesa e prato reservado, uma ampla sala com vista para as águas lacustres, agora povoadas de achigãs e patos-reais. A escolha recaiu num arroz de frango de cabidela, uma especialidade não incluída nas minhas preferências. Porém hei de reconhecer - estava excelente! E um parceiro comentava - A ciência está nas doses de vinagre que se lhe ajuntam. 

Deve ser isso. A cabidela marchou que nem estufado de perdiz... Escoltou-a um vinho forte, o Monte Velho tinto de 2021. Sem veleidades para com a acidez do prato.

Houve lugar a felicitações ao pessoal da cozinha. E à voltinha da praxe. Ali em Remelhe, no Minho mais minhoto, a quem lá passar fica a recomendação do lugar de Moldes e da harmonia do seu conjunto arquitectónico formado pelas antigas casas da Família Trigueiros. Onde se localiza também  o restaurante Quinta dos Lagos. 

 

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